Este é um Consultório de Fisioterapia onde o profissionalismo e carinho estão em primeiro lugar para com nossos clientes. 




Os atendimentos voltados para dores e tensões musculares tem um grande sucesso com as técnicas fisioterapêuticas e nos dias de hoje em que todos acumulam várias obrigações, estes têm sido de grande importância para as pessoas, conferindo melhor desempenho em seu trabalho, bem estar físico, mental e social, proporcionando uma grande melhora na qualidade de vida.

                             


Contamos também com uma Fisioterapia especializada nas disfunções do assoalho pélvicoindicada no pós-cirúrgico de prostatectomia (cirurgia de retirada da próstata); na incontinência urinária (homens, mulheres e crianças); no pré e pós-partonas distopias urogenitais (bexiga caída), no pré e pós cirúrgico de cirurgias vaginais, na prevenção da incontinência urinária (perda involuntária de urina), na incontinência fecalna disfunção sexual feminina (vaginismo, dispareunia, vulvodynia, flacidez) dentre outros. 



Oferecemos tratamentos com eletroestimulação do assoalho pélvico, biofeedback por eletromiografia, perineometria e cinesioterapia.


Avaliação por Termografia















        ATENDIMENTOS EM:
  • Reabilitação pélvica
  • Reabilitação ortopédica
  • Fisioterapia para dor muscular
  • Fisioterapia para pós-operatórios
  • Drenagem linfática


Estamos localizados no Centro do Rio de Janeiro, próximo ao metrô estação Uruguaiana, na Rua Miguel Couto 134, sl 402 - Largo de Santa Rita (beco da sardinha).


Atendimentos:
 Particular e convênios











Dra. Patrícia Zaidan
Possui graduação em Educação Física pela Universidade Estácio de Sá (2005), graduação em Fisioterapia também pela Universidade Estácio de Sá (2009), Especialização em Fisioterapia Uroginecológica pela Universidade Gama Filho (2011) e Mestrado em Ciências do Exercício e do Esporte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2015). Atualmente cursa o doutorado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e é Fisioterapeuta Colaboradora do Serviço de Urologia do Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (HFSE) -  Ambulatório de Fisioterapia Pélvica e Coordenadora dos Cursos de Pós-Graduação em Fisioterapia Pélvica e em Fisioterapia Traumato-Ortopédica da Universidade Castelo Branco. Experiência acadêmica como professora e coordenadora Universitária. Engajada em pesquisa científica, participa regularmente de reuniões científicas, cursos de atualizações, simpósio e congressos nacionais e internacionais. É membro do grupo de pesquisa CES/UERJ e membro da International Continence Society (ICS) e da International Urogynecological Association (IUGA). Tem experiência em  Fisioterapia Pélvica e reabilitação motora, atuando principalmente nos seguintes temas: incontinência urinária masculina, feminina e infantil.


Termografia


A Termografia é utilizada para todo o estudo da dor, pois como 
ela identifica calor, consegue detectar, também, qualquer processo 
inflamatório que esteja ocorrendo no corpo.



Como pode ajudar no tratamento?
A Termografia é uma imagem que documenta a região de dor, 
facilitando o entendimento do que está acontecendo com o paciente 
com dor crônica e, a partir daí, seja dado o direcionamento do 
tratamento adequado. Entre os seus benefícios está a possibilidade 
de analisar com mais rapidez e eficácia se o tratamento está dando 
resultado ou não.



Vantagens da Termografia
•    Aplicação Funcional
•    100% seguro
•    Sem risco de dor
•    Sem radiação
•    Sem contraste
•    Avaliação de corpo inteiro

DOR PÉLVICA 




Mitos e verdades sobre a Drenagem Linfática Manual

Mitos e verdades sobre a Drenagem Linfática Manual



Drenagem Linfática Manual é uma técnica de compressão manual dos tecidos, utilizando pressões intermitentes sobre a pele com o objetivo de promover a reabsorção de líquidos excedentes, proteínas e toxinas que são eliminadosposteriormente pelas vias excretoras.
Os capilares linfáticos que fazem essa reabsorção são bem superficiais e delicados, portanto as manobras de Drenagem Linfática Manual são suaves e têm um ritmo lento. Ou seja, essa técnica não é dolorosa e não deixa marcas roxas e não deve ser confundida com a Massagem Modeladora.
Outro engano é achar que a Drenagem Linfática Manual emagrece. A sensação de diminuição das medidas é devido à eliminação de líquidos retidos, muito comum em nós, mulheres. Os tecidos também se beneficiam dos efeitos desta técnica, já que resíduos metabólicos são eliminados, assim a pele torna-se mais viçosa e macia e a celulite é amenizada.Suas manobras suavestambém promovem relaxamento e minimizam as tensões e dores musculares.
A Drenagem Linfática feita corretamente produz muitos benefícios ao organismo. Veja as INDICAÇÕES para essa técnica:
  •  Celulite
  •  Retenção de líquidos
  •  Sensação de cansaço nas pernas
  •  Dores musculares
  •   Pré e pós cirurgias plásticas
  •   Gravidez
  •  Varizes
  •  Olheiras
  •  Marcas de expressão
  •  Acne

CONTRA-INDICAÇÕES
  •  Tromboflebites do sistema venoso profundi
  •  Hipertensão arterial não controlada
  •  Infecções, inflamações e estado febril
  •  Tumores malignos
  •  Cardiopatas (somente com autorização médica)


FREQUÊNCIA MÍNIMA:
2 x por semana 

Fisioterapia em obstetrícia





O pré-natal é o período de 9 meses em que a mulher tem para absorver, entender e integrar sua nova condição – a condição de mãe. Os exercícios de cada sessão de fisioterapia obstétrica são cuidadosamente planejados para melhorar seu condicionamento físico e prevenir dores e desconfortos, e também para que você tenha aqueles minutos para perceber e entender a metamorfose de seu corpo, para tirar dúvidas a respeito delas, ganhando consciência corporal e conseqüentemente bem-estar físico e mental.
Algumas grávidas sofrem por ganhar muito peso, celulites, inchaço, alteração do sono e dores musculares. Para elas, a fisioterapia pode prevenir ou minimizar estes desconfortos, através de orientações, prescrição de exercícios específicos, massagens, drenagem linfática ou do trabalho multidisciplinar com um nutricionista, educador físico e médico. A fisioterapia pode também ajudar na recuperação pós-parto, com massagens e exercícios que favorecem o retorno à boa forma física.


Então, para a mulher grávida a proposta da fisioterapia é favorecer que este seja o período mais especial e transformador de sua vida, com exercícios, técnicas e orientações que fazem toda diferença.
Fisioterapia e menopausa
Após a menopausa, com a diminuição dos níveis de estrogênios, há a aceleração de alguns aspectos do envelhecimento biológico. A grande redução na produção ovariana de estrógeno pode trazer conseqüências clínicas importantes como a atrofia urogenital e dérmica e, principalmente, pelo aumento do risco de osteoporose, doenças cardiovasculares, câncer colorretal, câncer de mama, degeneração macular, entre outras. Em Fisioterapia, é importante também destacar as repercussões sobre o controle postural, por exemplo, o declínio nas condições de equilíbrio que pode ocorrer na presença do hipoestrogenismo. A bexiga, a uretra e os órgãos genitais femininos são caracterizados pela abundância de receptores estrogênicos. Na menopausa ocorrem fenômenos atróficos devido à deficiência de estrogênio, o que fragiliza esses tecidos, assim como os tecidos vaginais e vulvares que se tornam menos vascularizados. A atrofia vaginal e a redução do seu tamanho podem levar ao prurido, lubrificação deficiente, dispareunia e uretrite pós-coital. Há um aumento a suscetibilidade a infecções pela elevação do pH vaginal.

Para a atuação fisioterapêutica, é importante ressaltar que o estrógeno é importante na manutenção da integridade do tecido conjuntivo pélvico. O hipoestrogenismo pode resultar em frouxidão dos ligamentos pélvicos, aumentando o risco de incontinência urinária de esforço e prolapso genital.
Para a mulher incontinente, é importante o ganho de força e resistência das musculaturas envolvidas. Para que esse ganho seja eficiente, deve estar em concordância com a seqüência de manutenção tônica e fásica da postura. Para um trabalho pélvico otimizado é importante realizar um trabalho segmentar de controle e de fortalecimento da musculatura do tronco em conjunto com a reabilitação dos músculos do assoalho pélvico.
E para a mulher que não é incontinente, mas chegou ou está perto da menopausa, é importante o trabalho desses músculos como prevenção da incontinência urinária, dos prolápsos genitais e manutenção do desempenho sexual satisfatório.

A função dos músculos do assoalho pélvico é sustentar os órgãos pélvicos, manter o desempenho sexual, ativar a musculatura estriada periuretral e controlar a pressão intra-abdominal ao atuar sinergicamente com o diafragma e com os músculos abdominais. Além disso esses músculos atuam controlando as instabilidades lombopélvicas, dentro de um contexto postural de equilíbrio e de controle neuromuscular.


Referências
1.    Kane DD, Kerns JM, Lin DL, Damaser MS. Early structural effects of oestrogen on pudendal nerve regeneration in rat. BJU International 2004; 93:870-878.
2.    Eisenstein SM, Engelbrecht DJ, El Masry WS. Low back pain and urinary incontinence. Spine 1994; 19:1148-52.
3.    Halbe HW, Fonseca AM. Síndrome do Climatério. In: Halbe, HW. Tratado de Ginecologia - 2ª edição, vol2. Ed. Roca, São Paulo, 1994.
4.    Hall T, Robinson K. Apostila do curso de RPG: Sistema australiano - Módulo I. Valéria Figueiredo CursosInternacionais, São Paulo, 2005.
5.    Keane DP, O´Sullivan S. Urinary incontinence: anatomy, physiology and pathophysiology. Baillieres Best Pract Res Clin Obstet Gynaecol Apr 2000; 14(2):207-26.
6.    Richardson C, Jull G, Hodges P, Hides J. Therapeutic exercise for spinal segmental stabilization in low back pain. Churchill Livingstone, Edinburg; 1999.
7.    Sapsford R. Rehabilitation of pelvic floor muscles utilizing trunk stabilization. Manual Therapy 2004; 9:3-12.
8.    Wilson M-MG. Menopause. Clin Geriatr Med 2003; 19:483-506.
9.  Folman Y, Shabat S, Gepstein R. Relationship between low back pain in post-menopausal women and mineral content of lumbar vertebrae. Arch Gerontol Geriatric 2004; 39(2):157-61.



Amiga, confira aqui algumas dicas para você que sofre com os incômodos da TPM:
  1. Evite ingerir álcool, cafeína, açúcar, gorduras animais e demais alimentos que estressam o seu organismo. Modifique sua dieta!
  2. Procure suplementar sua alimentação com cálcio caso não consuma lacticínios.
  3. Incorpore algum tipo de atividade física regular em sua rotina. Exercícios físicos regulares ajudam a melhorar a sua saúde e aliviam os sintomas de fadiga e alterações de humor.
  4. Faça pelo menos 30 minutos de atividade física aeróbica, de 4 a 6 vezes por semana.
  5. Tente dormir bem por pelo menos oito horas por dia. Pratique relaxamento muscular progressivo ou exercícios respiratórios profundos para ajudar a reduzir as dores de cabeça, ansiedade ou insônia. Reduza o estresse!
  6. Anote os seus sintomas durante alguns meses. Faça isso para identificar fatores que os desencadeiam e como é o padrão de sintomas que você apresenta. Isto irá ajudá-la a criar alternativas para reduzi-los.
  7. E o mais importante, consulte seu ginecologista.


A Fisioterapia Pélvica é uma área de atuação de grande importância no tratamento conservador das disfunções do Assoalho Pélvico, que se apresenta em grande ascensão, tendo como proposta terapêutica principal, a melhora da qualidade de vida.

É indicada no tratamento da incontinência urinária (Crianças, homens e mulheres), da incontinência urinária após a cirurgia de prostatectomia radical (retirada da próstata), da incontinência fecal, nas disfunções sexuais femininas ( dor na relação sexual, flacidez vaginal, vaginismo), no pré e pós cirúrgico vaginal, para a prevenção da incontinência urinária... 



Informações importantes:

Dispareunia (dor durante a relação sexual

A disfunção sexual na mulher é capaz de influenciar a saúde física e mental e pode ser afetada por fatores orgânicos, emocionais e sociais resultando em dificuldades pessoais e interpessoais, levando à diminuição da qualidade de vida.  Dentre os transtornos sexuais femininos, não é rara a queixa de vaginismo e dispareunia (dor durante a relação sexual). A disfunção sexual. O transtorno de qualquer uma das fases da resposta sexual (desejo, excitação, orgasmo e resolução) pode acarretar o surgimento de disfunções sexuais.

Vaginismo
O vaginismo que é uma síndrome psicossomática bem caracterizada, em que ocorre uma contratura involuntária dos músculos perineais a qual impede, total ou parcialmente, a penetração na vagina, impossibilitando o coito. É um reflexo involuntário precipitado por tentativas reais ou imaginárias de penetração vaginal Esta condição resulta da associação da atividade sexual com dor e medo. A contração ocorre nos músculos perineais e elevador do ânus e sua intensidade pode variar de ligeira, tolerando algum tipo de penetração, a grave, impossibilitando-a. Pode levar a repercussões de contração dos músculos do assoalho pélvico e adutores da coxa, impedindo a relação sexual.

Dispareunia
A dispareunia é a dor genital que ocorre antes, durante ou após o coito, na ausência de vaginismo. A repetição da dor durante o coito pode causar angús­tia marcante, ansiedade e dificuldades interpessoais, levando a paciente à antecipação de uma experiência sexual negativa e, por fim, a evitar o sexo. Pode ser dividida em superficial (dor no intróito vaginal), profunda (dor com penetração profunda) e intermediária (dor no conduto médio da vagina).

Anorgasmia Secundária
 Segundo pesquisas realizadas pelo instituto Kaplan, Centro de Estudos da Sexualidade
Humana de São Paulo, a cada 100 mulheres que procuram tratamento, 70 reclamam que não conseguem atingir o orgasmo. A anorgasmia acontece na medida em que há uma incapacidade da mulher em obter orgasmo no ato sexual  Essa disfunção pode ser
causada por fatores psicológicos ou fraqueza da musculatura do assoalho pélvico As mulheres podem desenvolvê-la em função de diversos problemas: de relacionamento, depressão, abuso de drogas, medicamentos de prescrição, doenças crônicas, deficiência estrogênica ou distúrbios neurológicos (esclerose múltipla, neuropatia alcoólica, mielites, neuropatia diabética do clitóris), lesões cirúrgicas e traumatismos (linfadenectomia retroperineal, paraplegia, transtornos endócrinos e metabólicos (deficiência tireoideana, enfermidades das supra-renais, transtornos hipofisários).
a fisioterapia aplicada a anorgasmia secundária surge como uma nova opção de tratamento que poderá minimizar a disfunção entre as mulheres.Buscando um novo equilíbrio entre corpo e mente, há grandes probabilidades do tratamento fisioterapêutico tornar-se benéfico. Entretanto, mais importante do que aplicar corretamente determinado protocolo de tratamento, é que o fisioterapeuta conheça as técnicas de tratamento a serem utilizadas, assim como os métodos de avaliação, para que desta forma possa adaptá-las a cada paciente.

A abordagem fisioterapêutica nesse caso pode inserir técnicas simples e de baixo custo como a cinesioterapia, através de exercícios perineais, na tentativa de otimizar a vida sexual dessas mulheres que enfrentam dificuldades para alcançar o orgasmo. O intuito maior é, no entanto, proporcionar uma vida sexual saudável às mulheres que é meta de qualquer profissional da saúde engajado nessa área.

Incontinência urinária feminina

Até 1998, a Incontinência era apenas um sintoma. Após esse ano, passou a ser considerada como doença, pela Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente, a Sociedade Internacional de Continência (ICS) define o termo Incontinência urinária (IU) como sendo toda perda involuntária de urina, sendo um problema social e de higiene.
A IU é uma condição que afeta a  população mundial, principalmente a feminina
As mulheres são mais afetadas que os homens por problemas urinários. Essa desigualdade na IU é parcialmente explicada pelos impactos fisiológicos devido à gravidez, parto e menopausa.
A incontinência é ainda sub-diagnosticada, e tratada como uma condição, tem um forte impacto negativo na qualidade de vida, podendo até limitar as possibilidades de tomar parte nas atividades diárias da sociedade. É também um desafio para os prestadores de cuidados, tanto em casas de repouso e no ambiente doméstico.
Os tipos de Incontinência Urinária que diferem tanto em sintomas como na proposta de tratamentos:

- Incontinência Urinária de Esforço: Perda involuntária de urina aos esforços, tosse ou espirro.
- Incontinência de Urgência: Perda urinária precedida por uma sensação urgente de urinar.
- Incontinência Urinária Mista: Perda urinária associada a sintomas de esforço e urgência.
- Incontinência Funcional: perda urinária por diminuição da mobilidade física.
- Enurese: Perda urinária durante o sono.

  • Incontinência urinária de esforço  -  50% dos casos
  • Incontinência urinária de urgência  - 20% dos casos
  • Incontinência mista (sintomas de esforço e urgência) – 30% dos casos



Leia mais sobre os tipos de Incontinência Urinária Feminina, as causas da Incontinência Urinária Feminina e as opções de tratamento

Incontinência fecal
O termo incontinência fecal (IF) é utilizado para englobar a perda involuntária tanto de material fecal quanto de gases, sendo marcada pela incapacidade de manter o controle fisiológico do conteúdo intestinal em local e tempo socialmente adequados, assim, é caracterizada pela passagem incontrolável e recorrente de material fecal.
Causa de grande desconforto e constrangimento, a incontinência fecal pode ocorrer, interferindo na qualidade de vida e no convívio social. O risco é maior em mulheres, por conta do relaxamento esfincteriano durante a gravidez, pós-parto e idade avançada, normalmente afeta mulheres após os 40 anos, mas pode ocorrer em homens com menor incidência, devido a patologias que alterem o mecanismo normal de continência.

Constipação
A constipação é defina como um retardo do esvaziamento fecal ou numa retenção
anormal das fezes no intestino. A apresentação clínica é muito variável e se caracteriza pelo
esforço para evacuar, fezes endurecidas ou fragmentadas, sensação de evacuação
incompleta e duas ou menos evacuações por semana. A fisiopatologia envolve a interação
de múltiplos fatores: dieta pobre em fibras, hábitos sedentários, comportamento de retenção
fecal, distúrbio da motilidade intestinal e predisposição genética.

A constipação intestinal é um problema mais comum do que parece. Nos Estados Unidos, atinge cerca de 27% da população, gerando mais de 2 milhões de consultas por ano e, embora seja mais comum em mulheres, pode atingir os homens também. O diagnóstico da constipação intestinal é muito difícil porque, na maioria das vezes, o intestino preso é um sintoma de outro problema e, quando não há outra doença, a avaliação do médico depende do que a paciente considera como “normal”.

Anismo
O anismo ou contração paradoxal dos músculos puborretais manifesta-se por vontade de evacuar, sem capacidade de exonerar o conteúdo retal, por mais esforço que se faça. É de causa desconhecida, acomete homens e mulheres, é uma síndrome de instalação lenta e gradativa, geralmente acompanhada de constipação.

Tratamento Fisioterapêutico:
- Eletroestimulação
- Cinesioterapia
- Biofeedback
- Balonete
- Terapia comportamental

A reeducação do treinamento da coordenação através do biofeedback estimula a normalização dos valores pressóricos intraretais e das contrações do assoalho pélvico. É um método não invasivo para o tratamento conservador da incontinência fecal e anismo a fim de reeducar as funções reto anais.

Disfunção miccional na infância
A maioria dos problemas miccionais ocorre entre o treinamento de toalete e a puberdade. A disfunção miccional é definida como um padrão miccional anormal para a idade da criança, não sendo usualmente reconhecida antes da aquisição do controle urinário diurno.
Na criança anatômica e neurologicamente normal, a disfunção miccional geralmente é causada por persistência de uma bexiga instável, sendo importante fator de risco para infecções recorrentes do trato urinário e piora do refluxo vésico - ureteral, favorecendo o aparecimento de cicatrizes renais e podendo, posteriormente, causar dano renal.
Os sintomas mais frequentes são perda involuntária de urina durante o dia e/ou noite, infeccções urinárias de repetição, urgência miccional, redução ou aumento anormal da frequência urinária comumente associada a constipação, manobras de contenção, baixa auto-estima e isolamento social.



Enurese
A Sociedade Internacional de Continência em Crianças (SICC) define enurese como uma micção normal que ocorre em local ou hora inaceitáveis socialmente. Esta é classificada como noturna quando a micção involuntária ocorre durante o sono. A Associação Psiquiátrica Americana define como enurético aquele que se molha com 5 anos ou mais.
A enurese noturna condiciona a criança a uma situação de constrangimento, a partir do momento em que ela percebe que não deveria mais fazer xixi na cama, comprometendo de forma significativa a sua auto-estima, prejudicando o desenvolvimento adequado, da personalidade da mesma.

A fisioterapia pélvica utilizada é mais moderna, sem constranger ou impedir os movimentos dos pequenos. O tratamento fisioterapêutico nestas situações constitui-se em uma tentativa de reverter a situação. Em quadros específicos, alia-se a fisioterapia ao uso de medicamentos, o que é eficaz.

Tratamento Fisioterapêutico:
O tratamento fisioterapêutico destas crianças é realizado por técnicas não invasivas através do biofeedback eletromiográfico, da eletroestimulação parassacral de superfície e terapia comportamental. Essas técnicas não promoverem efeitos colaterais nas crianças.


Referências
1. Munarriz R, Kim NN, Goldstein I, Traish AM. Biology of female sexual function. Urol Clin North Am. 2002;29:685-93.
2. Ferreira ALCG, Souza AI, Amorim MMR. Prevalência das disfunções se­xuais femininas em clínica de planejamento familiar de um hospital escola no Recife, Pernambuco. Rev. Bras. Saúde Matern. Infant. 2007; 7:143-50.
3.Tariq SH, Morley JE. Maintaining sexual function in older women: physical impediments and psychosocial issues. Women’s Health in Primary Care 2003;6:157-62.
4. McGuire H, Hawton K. Interventions for vaginismus. Cochrane Database Syst Rev. 2001;2: CD001760. DOI: 10.1002/14651858.
5. Polden M, Mantle J. Fisioterapia em Obstetrícia e Ginecologia. 2a ed. São Paulo: Santos; 2000.
6. Grosse D, Sengler J. Reeducação Perineal. São Paulo: Manole, 2002, 143p.
7. MEDEIROS, M.W.; BRAZ, M.M.; BRONGHOLI, K. Efeitos da Fisioterapia no Aprimoramento da Vida Sexual Feminina. Revista Fisioterapia Brasil, Rio de Janeiro v. 5, n. 3, p. 188-193, maio/junho 2004.
8. OLIVEIRA, C.O.; LEMGRUBER. I. Tratado de Ginecologia. 1° ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.
9. BARACHO, E. Fisioterapia Aplicada à Obstetrícia, Uroginecologia e Aspectos de Mastologia. 4 ed. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 2007.
10. Pare P, Ferrzazzi S, Thompson WG et al. An epidemiological survey of constipation inCanada: definitions, rates, demographics and predictors of health care seeking. Am J Gastroenterol 2001; 96:3130-7.


Não deixe de se cuidar, a fisioterapia tem excelentes resultados comprovados cientificamente! Veja no final do blog algumas publicações!!!




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Esta imagem reflete bem o que é a nossa profissão. Muita seriedade, respeito, dedicação e muito AMOR!

O nosso dia-a-dia segue com dedicação e alegria, o sucesso e a satisfação de cada paciente que atendemos é uma grande felicidade para nós e nos dá cada vez mais a certeza de quanto é importante essa profissão para as pessoas.





Mais informações: patriciazaidan@gmail.com

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